
Geralmente as pessoas no dia a dia associam o TDAH/TDA (Transtorno de Déficit de Atenção com/sem hiperatividade) com apenas esquecimento e distração. Mas, precisamos de mais dados, isso não são motivos o suficiente para um diagnóstico.
Você está esquecendo as coisas, pensamento acelerado e inquietação? Precisa até levantar as vezes, do nada? Se distrai facilmente, não consegue terminar nenhum filme, porque começa a fazer outras coisas, fala e toma decisões impulsivas sem pensar direito antes?
Então, você já é adulto e as vezes se questiona, será que tenho TDAH?
Se sim, calma, vamos continuar investigando mais.
Primeiro lugar é perceber se esses comportamentos que parecem TDAH se manifestaram por agora ou te acompanharam a vida inteira. O TDAH ou TDA, são transtornos do neurodesenvolvimento, ou seja, os sintomas precisam estar presente desde o período de desenvolvimento, principalmente antes dos 12 anos de idade.
Se os sintomas de agitação, distração e impulsividade só apareceram depois de adulto e em um só ambiente, no trabalho por exemplo, provavelmente não é. Pode ser outra coisa, inclusive nada. Outras coisas precisam ser analisadas no ambiente e na sua rotina, o estresse e a ansiedade prejudicam a função da atenção sustentada também, o que pode ás vezes ser confundido com TDAH.
Porém se você percebe que desde a sua infância você tem o padrão de esquecimento, impulsividade, distração e agitação. Déficits na função do tempo, dificuldade de fazer uma coisa de cada vez, baixa tolerância ao tédio e impulsividade.
Então talvez seja hora de buscar um profissional para te avaliar. O diagnóstico serve para orientar o indivíduo a saber lidar e criar estratégias para os déficits. Ao compreender como a sua mente funciona você pode diminuir as crenças negativas sobre suas capacidades.
Quanto mais compreensão da sua atenção, mais autonomia para seguir se desenvolvendo e compreendendo seus comportamentos.